BUENAVENTURAdeal-making

DEAL-MAKING · SÃO PAULO

Conectando oportunidades.

Ativos judiciais e special situations, venture capital e M&A, crédito e empréstimos. De um lado, quem precisa de capital. Do outro, quem procura onde alocá-lo.

Sou originador →

01 — Dois lados da mesa

Para quem precisa de capital

Um crédito judicial parado, uma rodada para levantar, uma dívida cara para trocar, uma participação para vender. O ativo existe e o negócio é bom. O que falta é chegar a quem tem o dinheiro, no prazo e no preço certos.

  • Monetização de crédito judicial, precatório e carteira
  • Captação e venda de participação societária
  • Crédito estruturado, troca de dívida e empréstimo com garantia
  • Preparação da operação antes de ir a mercado

Para quem aloca capital

Você procura operação com lastro, risco compreendido e preço defensável — e não quer gastar tempo com o que não passa no primeiro filtro.

  • Fluxo qualificado e contínuo de operações nas três frentes
  • Riscos e estrutura mapeados antes da apresentação
  • Precificação transparente: prazo, garantia e custo de capital
  • Acompanhamento até a liquidação

02 — Três frentes

01

Ativos judiciais e special situations

Precatórios, créditos judiciais, cumprimento de sentença, execução de título extrajudicial, direitos hereditários, carteiras inadimplentes, créditos concursais e empresas em recuperação. Análise da tese, do risco de execução e do horizonte real de recebimento — que quase nunca é o que está no papel.

CESSÃO DE CRÉDITOPRECATÓRIOSNPL E CARTEIRASDISTRESSEDFINANCIAMENTO DE LITÍGIO

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02

Venture capital e M&A

Rodadas de investimento, compra e venda de participação, entrada e saída de sócio e reorganizações societárias. Estruturação do negócio, leitura do que é regulatório e do que é contratual, e condução da conversa entre fundador e investidor até o fechamento.

RODADASCAP TABLECOMPRA E VENDA DE PARTICIPAÇÃODUE DILIGENCEACORDO DE SÓCIOS

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03

Crédito e empréstimos

Aproximação entre tomadores e provedores de capital, com desenho da operação, das garantias e das condições de pagamento. Inclui troca de dívida cara por dívida barata, crédito com lastro em garantia real ou em recebível, e operações sob medida que não cabem em produto de prateleira.

CRÉDITO ESTRUTURADOGARANTIASRECEBÍVEISTROCA DE DÍVIDAOPERAÇÕES SOB MEDIDA

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03 — Método

Cinco etapas, sempre na mesma ordem.

  1. 01

    Originação e triagem

    Toda operação entra por um funil único, recebe pontuação de probabilidade e passa por critérios explícitos de descarte. Operação sem tese não avança.

  2. 02

    Diligência

    Partes, documentos, garantias, riscos e horizonte de recebimento. É aqui que a maior parte das oportunidades morre — e é bom que morra cedo.

  3. 03

    Estruturação e precificação

    Valor, prazo, custo de capital e margem definem o preço e o deságio. A conta fica aberta para os dois lados.

  4. 04

    Negociação

    Apresentação ao lado certo do balcão, com material padronizado e informação verificável. Sem inflar número e sem esconder risco.

  5. 05

    Execução e acompanhamento

    Contrato, formalização, liquidação e prestação de contas até o dinheiro entrar.

04 — Infraestrutura

Pipeline gerido em sistema próprio.

Cada operação é registrada, pontuada e acompanhada em uma plataforma desenvolvida internamente: funil configurável por frente, histórico de interações, cálculo de deságio e de comissionamento e controle de recebimentos. Nenhuma operação depende de memória, de caixa de e-mail ou de planilha solta.

05 — Clientes

Operações estruturadas para gestoras, fundos, escritórios e empresas.

  • Resolvvi
  • MADM Brasil
  • medflow
  • Fly Media
  • Elite Core

06 — Contato

Comece pela operação.

Descreva o ativo, o valor envolvido e o prazo com que você trabalha. A resposta vem com um diagnóstico direto — inclusive quando o diagnóstico é não.

Passo 1 de 4

De que lado você está?

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